quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quem defende o desarmamento civil? (5)

José R. V. Calheiros- O ex-ministro da justiça fez em 30/4/99 seu discurso "Vamos Dar Uma Chance à Paz", tão breve e imortal quanto o "Guettisburg Address" de Lincoln. Renan olhou para dados estatísticos irrefutáveis, viu o que muitos acadêmicos tolos não conseguem ver e propôs medidas "drásticas" que foram muito efetivas na redução do número de inimigos da paz nos países onde foram adotadas. Renan disse que "a proliferação indiscriminada de armas de fogo está na raiz da violência", sugerindo uma correlação entre armas e violência. Infelizmente o ex-ministro tem outros assuntos mais importantes a tratar, tais como a libertação de sequestradores, e portanto faltou tempo para explicar a baixa violência observada nos quartéis e estandes de tiro, onde todos estão armados, ou a alta violência nas prisões, onde todos estão desarmados. Também faltou tempo para explicar porque a "proliferação indiscriminada de armas" continuará ocorrendo entre membros do governo. Renan também defendeu a lei baseado num princípio básico de justiça: se a maioria aprova, a lei é válida! Portanto, resultados de pesquisas de opinião convenceram-no de que as medidas "drásticas" contra os proprietários legais de armas são justas. Renan se recusou a abrir brecha para residentes de partes remotas do país: "a lei deve ser igual pra todos". Exceto pros governantes.

Fonte: Armaria On Line.

Quem defende o desarmamento civil? (4)

José Gregori- O secretário de direitos humanos é severo defensor dos direitos básicos das vítimas e por isso é co-autor do projeto de lei que proibe a defesa armada da vida por parte de 99% da população. 155.000.000 de pessoas estariam proibidas de interromper um estupro, sequestro, assalto, assassinato ou chacina usando uma arma. A pena é de 2 anos de cadeia. O secretário chefiou a delegação de visita do Brasil à China para temas relativos aos direitos humanos, iniciando assim um valioso intercâmbio. Citando sempre suas fontes, o secretário oferece inquestionável suporte matemático ao desarmamento do cidadão honesto: sendo pequenas as chances de sucesso da vítima armada (1/15), fica criminalmente proibida a reação armada a qualquer tipo de violência. Assim, as chances de sucesso do criminoso, que supostamente eram de 14/15, sobem agora para 15/15. Apesar deste aparente resultado negativo, o ilustre secretário nos garante que o Brasil está no caminho certo para a inibição da violência na sociedade. A incerteza do futuro, o inerente caráter violento do homem e os 56 milhões de civis desarmados que foram mortos neste século por governos fora de controle também não o preocupam, pois o secretário acredita que a idiossincrática natureza amiga do brasileiro o permite criar um futuro independente destas tolas coisas do passado.

Fonte: Armaria On Line.

Quem defende o desarmamento civil? (3)

Mao Tse-tung- O líder chinês diminuiu a criminalidade eliminando 20.000.000 de anti-comunistas, reformistas e habitantes rurais desordeiros que só criavam problemas. Como Stalin, Mao popularizou os programas de trabalho compulsório não-pagos após desarmamento da população civil, combatendo assim o desemprego. O legado de desarmamento do carismático líder possibilitou a restauração da ordem pública na Praça da Paz Celestial após tumultuado protesto de estudantes selvagens em 1989. Como Renan Calheiros, Mao defendia necessárias medidas "drásticas": "Camaradas, vocês precisam analizar suas próprias responsabilidades. Se vocês precisam cagar, caguem! Se vocês precisam peidar, peidem! Você se sentirão bem melhores depois disso" [1]. O chefe do exército no seu governo, Lin Piao, foi franco sobre a importância política da posse de armas num discurso para o Politburo russo: "Tomada do poder político depende de canos de arma e tinteiros" [2]. Imitação é a forma mais sincera de elogio: o Brasil agora segue os passos de Mao no desarmamento da população honesta.

Fonte: Armaria On Line.

Quem defende o desarmamento civil? (2)

Kommandant do desarmamento civil brasileiro, F. H. (Freundlicher Hitler?) acredita que este é o caminho certo pra diminuir a violência contra o cidadão honesto. A lei não se aplica a ele, que possui guarda pessoal armada e bancada pelo contribuinte. Os 56 milhões de civis desarmados que foram mortos neste século por governos opressores não o abalam, nem como a marginalização de grande fração da população honesta que acredita fortemente no direito de auto-defesa. Socialista por educação, fez pós-graduação em Paris, onde Saloth Sar (mais tarde conhecido como Pol-Pot) se apaixonou pelo comunismo. Já deu aulas em ilustres centros acadêmicos esquerdistas, entre eles Univ. de Paris (1967/68), Stanford (1972) e Berkeley (1981). Sua produção literaria inclui "Ideologias da burguesia industrial em sociedades dependentes" (1971) e "O novo socialismo francês e a América Latina" (1982). Em Maio deste ano (99) jantou com Jane Fonda, a bela atriz marxista que visitou Hanoy enquanto seus compatriotas eram reeducados e reabilitados em modernas prisões norte-vietnamitas; este ato de cortesia rendeu à atriz o carinhoso apelido "Hanoi Jane". Assim como o presidente, Fonda e seu multibilionário marido Ted Turner não suportam a posse de armas, mas suportam guarda pessoal armada para ricos e poderosos.

Fonte: Armaria On Line.

Quem defende o desarmamento civil? (1)

Adolf Hitler- Kommandant alemão e líder de uma das nações mais modernas de sua época. Junto com o ministro da propaganda, Joseph Goebbels (nenhum parentesco com o secretário José Gregori), planejou o desarmamento de judeus alemães em Nov. 7, 1938, após o assassinato do terceiro secretário da embaixada alemã em Paris por Herschel Grynszpan (filho de um judeu alemão deportado para a Polônia). Em Nov. 8, 1938, o New York Times anunciou: "Chefe da polícia de Berlim anuncia desarmamento de judeus". Na noite de 9 de Nov. 1938, foram enviadas as ordens: "Todas as lojas judias devem ser destruídas imediatamente. Sinagogas devem ser queimadas. O Führer quer que a polícia não intervenha. Todos os judeus devem ser desarmados. No evento de resistência eles devem ser fuzilados imediatamente" [The New York Times, Nov. 9, 1938, 24]. Estava iniciado o 'Kristallnacht', que em uma noite custou 91 vidas, 7.500 estabelecimentos comerciais e 267 sinagogas. Hitler continuou o desarmamento de judeus e ciganos nos territórios ocupados, possibilitando a eliminação sistemática e sem resistência de 13.000.000 de inimigos da ordem nazista. Leia mais sobre as peripécias nazistas contra donos de arma honestos neste artigo.
Fonte: Armaria On Line.